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segunda-feira, 1 de março de 2010

Apenas para não ficar sem final

 Eu disse que estava esperando definição...
Não me alongarei muito pq não será necessário...
Apenas resumo, portanto:
Duciomar foi cassado sem firmeza,
Priante foi impossado sem diploma e sem direitos, portanto.
Duciomar foi reconduzido à Prefeitura.
Tudo voltou a ser como antes....
E pra variar, o povo já esqueceu....
Como diria o Mosaico de Ravena:
"Isso é Belém, isso é Pará, isso é Brasil!!!"

Apenas um anexo: 
Esse ano é ano de eleição...
Será que nós não podemos MESMO fazer nada a respeito???
Fica a pergunta: responda você se for capaz!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Mãos...


Minhas mãos. Tentáculos da mente. O que seria de mim, sem vocês? mãos que fazem música, fazem arte, fazem poesia e prosa. Mãos que fazem sinais, que fazem carinho, carícias, amor. Mãos que caminham, mãos que tateiam (com aranhas, de teia em teia), e ateiam fogo no mundo. Mãos que se aproximam em um cumprimento, que se despedem com um aceno.

Mãos... Mão-amiga, mão nervosa, mão boba... Tantas mãos nos conectando ao mundo e nem percebemos. O primeiro contato entre as pessoas é quase que invariavelmente com as mãos. Provavelmente, a primeira coisa que vemos são as mãos do Doutor-Cegonha, ao nascermos. Quem suplica pela vida, geralmente, junta as mãos.

E elas falam! Falam sem parar. Nossa forma mais primitiva de comunicação funcionando a partir do nosso subconsciente. A questão é mais de, o quanto nós entendemos o que as mãos alheias dizem. Mas elas não param de tagarelar...

Estar "em boas mãos" será mesmo um bom negócio? Qual é mesmo o significado de "Dar as mãos"? Mãos que govenam o mundo com tinta de caneta. E as mãos esquálidas de fome, se estendem em vão. As mãos dos oprimidos suplicam por paz.

E enquanto isso, em algum lugar incógnito, as rédeas do mundo, mudam de mãos...

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Texto Original: Guilherme Castelo

Cidade Branca


Minha cidade,
cidade linda,
Toda molhada,
à me inspirar.

Nossas mangueiras,
minhas goteiras,
cantando juntas,
à gotejar.

Ruas lavadas,
Velhas calçadas,
vielas nuas,
à empapar.

Casinhas velhas,
Tantas janelas,
Vidas inteiras,
Para lembrar.

Telhas molhadas,
Lisas escadas,
Nossos Canais,
à alagar.

São tantas coisas,
e pessoas tão loucas,
Que é impossível,
enumerar.

E essa chuva da tarde,
nossas casas invade,
e ninguém parece,
se importar.

És tão bonita,
Belém querida,
Porque insistem,
Em te judiar?

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Poema original: Guilherme Castelo. Todos os direitos reservados.
Seja honesto; se copiar, cite a fonte.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Só um dia Ruim



A inquietude das horas sem fim,
Enfim,
Recai sobre mim.

Me pego pensando no tempo,
passando por mim.
Me pego querendo mais tempo,
pre mudar o fim.

Outro dia passou; Virá outro,
Outrossim,
O mesmo rio será outro,
se passar por mim.

Por crer nessa constância,
é que penso assim.
Volto então a ser criança,
Dia não, dia sim.

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Poesia Original: Guilherme Castelo. Todos os direitos reservados.

Tái, pra não dizerem que eu não sei poetar, um poeminha, hehehehe.
Bjs.

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