quinta-feira, 19 de maio de 2011
Preserve a Natureza!!
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Manual das Encalhadas - minha resposta
sábado, 7 de maio de 2011
Lógica do raciocínio
Estamos cercados por ar, e sabemos isso desde a infância, mas... levemos em conta as substâncias em suspensão, como resultado da composição e recomposição do ar, por todo o tipo de influência, como fumaça: de carro, cigarro, queimada, além de milhares de tipos de aerossóis, CFC, freon, além das partículas voláteis que “evaporam” na hora de abastecer o carro, ou quando vaza combustível.
Bom, a questão é: sabemos disso tudo, mas... e aí? Apenas continuamos respirando? Minha ideia: colocar todos os gênios dos “MiT” da vida ai que estiverem de bobeira ou sub-utilizados para pesquisar uma forma de interagir com os átomos em “suspensão”, em ambiente natural!! Sim, porque todos sabemos que estamos sendo envenenados por tudo isso, e ninguém leva a sério?
Qual a ideia final por trás disso?, você se pergunta. Imagine poder instalar uma torre em cada zona de uma cidade, que transmitisse um tipo de onda específica para interagir com os átomos em suspensão na atmosfera dentro do raio de ação da onda. Sabemos que os átomos são cargas elétricas, mas, e se pudéssemos manipular essas cargas para literalmente “mover” esses átomos? Talvez até capturá-los!
Daí vocês devem estar pensando: “pronto, o cara pirou”!, e eu nem discordo, mas vamos pensar... é possível!Claro que no ritmo que as coisas andam, vai levar uns 300 anos, mais ou menos, e por isso mesmo eu tô falando que deveriam começar logo a pensar a respeito!
Aí um outro dirá: “Mas estás ignorando as pesquisas dos caras do super acelerador de partículas que são nesse sentido mesmo”, e eu respondo: não estou não. Mas o meu ponto é que nossa ciência em pleno século 21, ainda precisa de uma máquina que atravessa o sub-solo de vários países pra conseguir registrar o choque de algumas ínfimas partículas, e ainda comemoramos na mídia! Desse ponto de vista, parabéns ao pessoal da Engenharia da Computação que tem trabalhado MUITO rápido no desenvolvimento de novas tecnologias de processamento. Acabaram de lançar um processador "megalopower", de tamanho insignificante. Essas tecnologias serão fundamentais no desenvolvimento técnico e de automação para a ciência do futuro, mas a pesquisa natural e o desenvolvimento de soluções intelectuais para as fases desse caminho, são a base de tudo.
O que falta é a conscientização do dito “Homem Moderno” de que usa só 10% de sua capacidade intelectual, por mais gênio que seja. Isso significa que os que não são tão geniais assim tem que dar mais duro para compensar. Mas o fato é que nossa ciência precisa evoluir em maior velocidade, e não digo isso só como brasileiro, digo isso como cidadão do mundo. Ressalto que, é claro, isso não é culpa dos cientistas que estão ralando aí todos os dias para prover o mundo de soluções as mais diversas, e jamais mereceriam ser criticados nesse sentido. Falo da FORMA GERAL como a questão é vista pelas pessoas, nossas contemporâneas. O foco das pessoas está tão centrado nas coisas do hoje, do agora, do rentável, que nem sequer pondera essas questões. Acha que isso é contraproducente, e portanto, coisa de maluco. Mas não é!
Temos exemplos de caras geniais, cientistas fantásticos, que descobrem coisas importantíssimas, e que não são nem citados no Jornal Nacional. Ninguém conhece, só os outros cientistas. Conheço alguns. Por outro lado, há caras que ganham títulos por fazer lobby pra ciência. Nem pisam num laboratório! O diretor que ganha títulos pela descoberta da universidade não é um grande cientista, é um grande político, via de regra. Ele sabia da pesquisa, apoiou porque viu possibilidades de algum tipo de compensação, seja grana ou prestígio, mas não tenha dúvida, se der alguma merda, ele corta o teu projeto na hora! Não há comprometimento com o descobrir, o pesquisar, mas com o ganhar, o agradar investidor, o não parecer louco...
Será que sou tão louco por pensar que os cientistas do nosso mundo podem muito mais? Eles sabem de suas capacidades, mas não encontram meios de viabilizar as pesquisas, seja por essa falta de apoio, seja pela inexistência do equipamento necessário. Mas eu tenho certeza que se essa consciência mudasse, a ciência seria uma das prioridades de todos os governos do planeta.
E devia ser assim mesmo!
G.C.

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Para crédito de quem tá desenvolvendo muito as pesquisas científicas, segue umas matérias interessantes que eu achei pela internet:
http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/cientista-infectado-virus-computador

terça-feira, 26 de abril de 2011
UMA VERGONHA MUNDIAL! (Repassando mais um e-mail revoltante!)
Balanço Geral? Minha vez!
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Asa de frango
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Um alimento que envelhece e produz câncer!
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Só dois dedos de prosa


quinta-feira, 7 de abril de 2011
Tiros em Columbine - A vida imita a arte, da pior maneira possível...
Assassino de 24 anos provoca tragédia sem precedentes em escola do Rio de Janeiro. Onze crianças estão mortas - Brasil - Notícia - VEJA.com
Assassino de 24 anos provoca tragédia sem precedentes em escola do Rio de Janeiro. Onze crianças estão mortas
Wellington Menezes de Oliveira, ex-aluno do colégio municipal, em Realengo, disse que daria uma palestra aos alunos. Abriu fogo e protagonizou massacre

Multidão em frente a Escola Municipal Tasso da Silveira no Rio de Janeiro, onde um homem invadiu e abriu fogo contra os alunos - Genilson Araújo/Agência O Globo
“O que vi aqui foi o terror. Várias amiguinhas da minha filha baleadas. Algumas mortas”, contou a mãe de uma das alunas, Vera Gomes
O bairro de Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, transformou-se nesta quinta-feira no cenário do crime mais brutal já ocorrido numa escola do país. Um homem de 24 anos, ex-aluno do colégio municipal Tasso da Silveira, entrou numa sala de aula, disse que daria uma palestra aos alunos e abriu fogo contra as crianças. Com dois revólveres – segundo os próprios alunos, ambos de calibre 38 –, Wellington Menezes de Oliveira matou dez meninas e um menino. O atirador foi contido por um sargento da Polícia Militar e também morreu. O policial foi chamado ao local por um aluno ferido, que conseguiu escapar da escola para pedir ajuda. Outros estudantes se trancaram no auditório para fugir do assassino.
Oliveira aproveitou a semana de comemorações pelos 40 anos da escola para conseguir entrar no local. Ao chegar ao colégio, na manhã desta quinta-feira, Wellington procurou pela professora Dorotéia. A antiga mestre reconheceu Wellington e pediu a ele alguns instantes antes de atendê-lo. Foi nesse momento que o criminoso entrou na sala 5, no segundo andar da escola, onde estavam alunos da 8ª série. Wellington, então, começou a abrir a bolsa e avisou:“Vim dar uma palestra para vocês”. Em seguida, começou a atirar. O assassino poderia alvejar uma professora que estava na sala, mas preferiu apontar só para as crianças. Instalou-se o pânico na escola, com professores tentando proteger seus alunos em fuga.
Depois de fazer as primeira vítimas na sala 5, Wellington se dirigiu à sala em frente, novamente abrindo fogo. A polícia acredita que, pela quantidade de tiros efetuados, ele teve tempo de recarregar as armas. Quanto tentava chegar ao terceiro andar, onde ficam as crianças do Ensino Fundamental – mais jovens – ele foi atingido pelos disparos de um policial militar - o terceiro sargento Márcio Alves, de 38 anos. Ele trocou tiros com o assassino. Segundo a PM, depois de atingido, Wellington se matou com um tiro na cabeça. De acordo com o prefeito Eduardo Paes e o governador Sérgio Cabral, o sargento foi um herói - caso não tivesse entrado na escola e atingido o assassino, mais crianças teriam morrido.
O governador, que chamou o atirador de “psicopata” e “animal”, afirmou que o acesso ao armamento utilizado será investigado. “Ele estava muito armado e com um tipo de munição profissional”, afirmou Cabral. Logo após o massacre, a presidente Dilma Rousseff interrompeu uma solenidade no Palácio do Planalto, disse estar chocada e, chorando, pediu um minuto de silêncio em homenagem às vítimas. Os feridos foram levados ao Hospital Estadual Albert Schweitzer, que pediu doações de sangue para dar conta do socorro prestado às crianças baleadas. “O que vi aqui foi o terror. Várias amiguinhas da minha filha baleadas. Algumas mortas. Um terror”, contou a mãe de uma das alunas, Vera Gomes.
O massacre em Realengo provocou consternação e revolta no país. Virou comentário constante nas redes sociais e foi lamentada por autoridades de várias esferas do poder público. Também recebeu atenção da imprensa internacional, que noticiou a tragédia com grande destaque. Em função do massacre, parlamentares partidários de leis mais rigorosas para controlar o acesso às armas de fogo disseram que o tema precisa voltar a ser discutido. Um deles foi o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS). Mas o petista admitiu que o ataque desta quinta é o tipo de crime difícil de ser evitado. "Vamos trabalhar melhor sobre as matérias sobre esse assunto, embora a lei já seja muito dura”, disse ele no Congresso.
É a primeira vez que uma escola brasileira é o cenário de uma tragédia do tipo. Outros episódios de violência em escolas já foram registrados no país, mas nada que chegue perto da brutalidade do massacre cometido por Wellington Menezes de Oliveira. É preciso ir a outros países para encontrar tragédias semelhantes, como a da escola Columbine, nos Estados Unidos, talvez a mais conhecida delas. Há dois anos, na Alemanha, um adolescente abriu fogo contra alunos e funcionários de um escola. Entre os brasileiros, o assassino desta quinta despertou comparações com o atirador do MorumbiShopping, em São Paulo - Mateus Meira (24 anos, assim como Wellington) matou três num cinema.
(Com reportagem de Rafael Lemos e Leo Pinheiro, do Rio de Janeiro, e Gabriel Castro e Luciana Marques, de Brasília)















